AGORA O PAC!
Todo brasileiro tem um pouco de filosofo, poeta... o nordestino tem gravado a sua marca nos anais da historia literária dessa grande nação . É inconteste a presença de vultos históricos e imponentes entes de um Brasil que nasceu grande e ressurgiu majestoso, após haver mergulhado nos mares de erros que o amadurecimento político e social evocou. Em tempos de mudanças ocorridas no espaço e tempo, a ressocialização do povo tupiniquim.
A antropologia social ambientou-se no ceio de homens, grupos e nações e reformulou o conceito de sociedade na amplitude da convivência humana.
No amanhecer de cada século os historiadores perscrutando a nova era e um novo nascimento quando o ultrapassado sucumbia ante as intempéries trazidas pelo evolucionismo da ciência que, em seu papel de atrevimento celebrava a liberdade, contestava, ousava e confidenciava que o conforto do passado é dos colecionadores, aos cientistas, cabe a angustia de criar... Assim como a política movimenta toda a sociedade e tem as suas conceituações próprias, tivemos a revolução de 1964, a qual vivi em um pais que sofrera modificações profundas impostas pelo regime centralizador do poder, busquei a meditação solitária, rompi a barreira do tempo e adormeci em macunaimico sono profundo, retornando na ambiência de boa noticia, que o Brasil havia retomado os trilhos da estrada férrea da vida e que seguia a frente da inconfundível vitória da sociedade, do povo brasileiro, buscando no fundo as reservas adormecidas de uma recôndita brasilidade.
Tancredo Neves foi um incansável soldado da democracia, após a batalha travada na guerra fria, chegara ao poder moribundo, dramatizando toda uma nação, conseguindo transmitir ao povo frêmito de vida, de morte, mais um sabor de vitória que no governo de seu vice, José Sarney, o Brasil conseguiu experimentar a ampla liberdade e acompanhou o esforço gigantesco de acertar. Infelizmente, a economia determinante de hecatombes passadas venceu. Esse governante desceu as rampas do planalto mais deixou ali plantada a semente da liberdade, da igualdade social que, durante quase década e meia não germinou, foi semeada e não germinada, o povo faminto, desnudo não de trapos, mais de esperança, cambaleantes como quem procura afugentar a tristeza numa guerrilha social onde o opositor não era outro senão o próprio detentor da ordem e da lei e, que denominou-se sociólogo da verdade , perturbando o rítimo isócrono da vida e tremular corpos esquálidos, famintos, de olhos que dado o martírio secular da terra que, que não chora porque não tem lágrimas, mais ressurge a paciência do nordestino que esperou pela chuva sem desesperar, que aspirou o poder porque expirara a liberdade e sonhava com um pais sem fome, aquela pátria que via, ouvia falar e, que na juventude sentira nas próprias entranhas o suco gástrico a corroer o seu estomago sem nada que pudesse essa azáfama aliviar.
Em uma sociedade combalida pela fome, cindidos pela discórdia e desalento, ele foi aclamado Presidente, o Luis, o Lula, o Luis Inácio, o Presidente, que teve a coragem de dizer a toda a Nação que um pais se faz de homens e atos e, que existe no torrão da pátria brasileira o instituto social e filosófico da política, mais que determinantemente, duas correntes a saber: a pessoal, daqueles que passam pela vida política sem nada de positivo deixar, a qual denomino de ideologia pessoal , e a daqueles que, contra tudo e todos, conseguem macular o individualismo e dizer existir a ideologia social, tal como Juscelino, Brizola, Lamarca e Lula, que realizou o sonho da maior Nação do hemisfério Sul, erradicou a fome sem pesar os ombros dos produtores, mais, restabelecendo as forças para a afanosa lide contra as desigualdades, dos venenosos e traiçoeiros quipás reptantes que são predominantes, e nós que temos uma revivescência de velhos erros, mudamos o rumo da historia e reelegemos o Lula Presidente, que como dizia Euclides da Cunha “inoclastas ferozes, violentos e inamolgáveis, abroquelado na única filosofia...” que não aceita mudanças que não vêem um pais como um todo, de que o povo do Brasil não é merecedor.
O PAC (Programa acelerado do Crescimento), exclui qualquer duvida relacionada ao crescimento. Fala-se que o país cresceu pouco, mais não são notados o crescimento social, de gente, pessoas, de comunidades inteiras, a vida social alçou relevante avanço, agora, vamos à economia, ao crescimento econômico, porque a fome recrudesceu , cedeu ao gibão, ao magro cavalo de trote, os carrascais e as caatingas deram lugar ao plantio substancial ao suprimento da vida, agora vamos ao PAC, pois o nosso horizonte é de primeiro mundo, parabéns Presidente Lula, felicidades brasileiros, companheiros não de uma viagem de sonhos, mais de metas boas, eficazes e extremamente satisfatória que a historia do Brasil vai relatar com o orgulho e admiração de um homem que é simples e simplesmente acertou, então, AVE TE LULA
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