O Estado brasileiro cumprindo seu papel na Amazônia
Wellington Silva
Da Equipe de Articulistas
Aquele velho ditado popular que diz que uma andorinha só não
faz verão e muitas no ar fazem barulho continua valendo
mais que nunca.
As cruzadas que o Parlamento Amazônico vem realizando e os
alertas que o Diário do Amapá vem fazendo acabaram
despertando a atenção do Planalto Central do Brasil.
As velhas e cruciais questões de soberania e de manutenção
do Estado democrático de direito finalmente despertaram
a atenção dos ministérios da Defesa, da Justiça
e do Gabinete da Presidência da República.
Após anos de omissão e descaso com a Amazônia
Legal, resultado do ideário de uma política entreguista
e de engessamento, criada pelo governo federal passado, finalmente,
o governo federal presente, através do Ministério
da Defesa, tem a louvável atitude de investigar e de fechar
o cerco às ONGs na Amazônia.
Que esperneiem à vontade “ecologistas” que
lucram com a biopirataria às custas da desgraça e
miséria
dos ribeirinhos, pescadores, agricultores e índios da Amazônia.
Parece que o mercado negro da biopirataria sofrerá um duro
golpe com a aplicação da Lei do Estrangeiro, lei
que será enviada ao Congresso Nacional, espera-se, sem retóricas
hilárias partidas daquelas figurinhas políticas interessadas
na manutenção do quanto pior melhor, obviamente para
forçar a garantia do bem numerário e felicidade geral
da “thurma da ecologia pirata”.
Estrangeiros, ONGs, instituições similares internacionais
e religiosos de outros países precisarão de autorização
expressa do Ministério da Defesa e de licença do
Ministério da Justiça para atuarem na Amazônia.
Uma barreira de rastreamento e de vigilância legal que já era
para estar em prática a muito tempo, desde a Eco-92, como
medida de segurança nacional.
De acordo com a nova medida, o tal “visitante” estrangeiro
ou olheiro, como queiram denominar, que não esteja com autorização,
terá o seu visto de residência cancelado e será imediatamente
retirado do País. Até aí nada de mais, tudo na mais perfeita
ordem, considerando que demais países democráticos executam medidas
muito mais drásticas, a muito tempo, para resguardar seus interesses
nacionais. O projeto brasileiro Lei do Estangeiro também prevê multas
de cinco a cem mil reais aos infratores.
Legal saber que o governo federal planeja estatuto específico
para regulamentar a atuação das ONGs em todo o País.
A intenção é fiscalizar atentamente e coibir
ações ilegais dessas tais organizações
não governamentais atuantes em terras indígenas,
reservas ecológicas e faixas de fronteira. Sabe-se que muitas
tem endereço doméstico, patrocinadas por dólares,
euros, libras e outras moedas interessantes para o mercado negro
da biopirataria internacional.
Outra atitude louvável foi a do ministro da Justiça,
Tarso Genro, muito resolvido em disciplinar e punir na forma da
lei atos abusivos de clara agressão contra o Estado democrático
de direito, contra a propriedade privada, o direito de ir e vir
e de liberdade de escolha, direitos estupidamente castrados por
movimentos instauradores da anarquia, da agressão, da ameaça à vida,
do confronto armado e do caos, como os que se vê ultimamente
em Roraima e Rondônia, coisa jamais imaginada em minha simplória
vida de articulista.
A pergunta que não quer calar é :
- Quem ou quais são as figurinhas malucas incentivadoras
interessadas na desgraça alheia entre seres-humanos brasileiros,
na busca de proveito pessoal, justamente em regiões de fronteira
?
Que a Força Terrestre seja devidamente equipada e seu efetivo
aumentado para se fazer muito mais presente nas regiões
amazônicas.
O momento é de impor a lei, punir culpados, prender armas
pesadas de combate, confiscar munições e dinamitar
os tais campos de treinamento, realidade muito absurda para um
País que deseja ser levado a sério pela comunidade
internacional.
O Estado democrático de direito precisa ser restaurado e
resguardado.
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