Jornal Evangélico
do Amapá

TEMPO AGORA

                                     
 
 
 
 
 
   Nome:
  
    E-mail:
  
 
   Cadastrar
   Descadastrar
 
 
 
Wellington Silva
Articulista e Acadêmico de História/Amapá

 

Reflexões sobre a política do desarmamento

Da Equipe de Articulistas

Na Europa, Estados Unidos, na Ásia e em diversos países que primam pela sua independência e soberania a questão da discussão do desarmamento da sociedade civil está totalmente fora de cogitação, assim como está totalmente fora de cogitação de discussão qualquer parecer  local ou internacional sobre as rigorosas e merecidas penas de prisão perpétua e de morte destinadas a criminosos da mais alta periculosidade.

A isso podemos chamar de controle e vigilância da soberania nacional, da ordem e da integridade territorial, coisa que alguns políticos brasileiros hipócritas e entreguistas não enxergam.

A isso podemos chamar, no Brasil, da mais cínica aplicação de técnicas ou sutis táticas de enfraquecimento e completa e total vulnerabilidade da sociedade civil, do território nacional, das Forças Armadas, dos ribeirinhos, dos quilombolas, das comunidades indígenas e das comunidades agrícolas.

A violência social que as nazistas políticas ambiental e de desarmamento imprimem somente tem “ fichado” pais de família  e nossos pobres e inocentes caboclos em delegacias e em rotineiras ou vergonhosas investigações / batidas de batalhões ambientais.

E ninguém está à salvo da criminalidade, cada vez mais bem armada, objeto de curral eleitoral de muitos políticos e políticas Brasil afora. Nem mesmo policiais mal pagos e mal armados do Sul maravilha também estão à salvo. Aqui e acolá eles são brutalmente executados por  traficantes, sem respeito e piedade.

Enquanto isso, para aumentar ainda mais nossas preocupações, a gringalhada está instalada com toda modernidade e sofisticação em território colombiano, com pesado efetivo armado, e na Amazônia, com a utilíssima informação das ONG’s.

Mesmo que conheçamos nossos quintais como podemos um dia repentinamente defender a Amazônia de uma invasão armada, quer seja ela deflagrada por grupos de guerrilha ou por qualquer exército de qualquer país, se não temos e não sabemos utilizar um pau para bater num cão ?

Somente tentando aprender as técnicas ou táticas surpresas dos vietnamitas.

Todos sabem da imensidão da área territorial da Amazônia, por sinal muito difícil de proteção total de parte do Exército Brasileiro e da nossa Marinha e da nossa Aeronáutica.

Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na França, na Coréia, nas mais distantes fronteiras desses países, nos litorais, nas chamadas áreas territoriais de segurança, o cidadão de bem, armado, principalmente o que tem experiência sobre armas, é na realidade um grande parceiro e um forte braço de apoio e de informação para sua região.

Já está mais do que na hora de deixar a hipocrisia de lado e os suspeitos currais eleitorais para seriamente refletir o assunto.

Refletir politicamente e coletivamente sobre o assunto em questão é bom antes que inesperados temporais acabem com nossa ordem, nossa soberania e nossa paz.

 



 
 
Amapá Digital © 2007 • Todos os direitos reservado