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09/03/2011

Lojistas dispensaram a folia e abriram as portas no feriado

 

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Cada comerciante ficou livre em relação ao horário de funcionamento no carnaval. Muitos empresários viram nisso a chance de lucrar.



Jorge Cesar/a Gazeta


Não é costume o comércio do centro de Macapá funcionar nos domingos e feriados. Mas esse quadro vem sofrendo mudança com a insistência de alguns lojistas em abrir as portas. Isso foi comprovado nesse período de carnaval, com o funcionamento de algumas lojas de roupa e eletroeletrônicos. Para garantir algum lucro, os proprietários dos menores empreendimentos fizeram o serviço do vendedor e do caixa.


No período de carnaval, a evasão dos consumidores inicia ainda no sábado, pois as repartições públicas deixam de funcionar. Colabora para essa “fuga” o funcionamento dos bancos, que mantêm as portas fechadas na segunda e terça-feira, retomando o atendimento somente na quarta-feira de cinzas, hoje (9), a partir de 12h.


Por não ter sido determinado um horário padrão no comércio, cada lojista ficou livre em relação ao horário de funcionamento. O comerciante José Afonso Pires Santos, proprietário de uma pequena loja de materiais eletrônicos, considera vantajoso abrir as portas nos domingos e feriados porque atende uma clientela diferenciada. “São pessoas que, durante a semana, não tem tempo de comprar algo que necessitam por causa do trabalho”, explicou. Afonso dispensa os funcionários e trabalha sozinho nesse período.



Outro empresário de materiais eletrônicos encontrado na ativa durante o feriado foi Antônio Furtado, conhecido no Centro Comercial como André. Ele disse que não tinha esse costume, mas certa vez experimentou e deu certo. “Como não tenho vícios e não gosto de carnaval, ocupo o meu tempo na minha própria loja. Outro motivo é que já tenho uma clientela formada para nos procurar nos domingos e feriados”, justificou. Assim como Afonso, André não tem nenhuma despesa com funcionários porque mantém a loja aberta apenas com a ajuda do filho. 


Não há dúvida que o consumidor também ganha com esse cenário. O papiloscopista Carlos Augusto Vasconcelos, por exemplo, foi encontrado na loja de André à procura de cabos eletrônicos. “Não tenho tempo de procurar o que necessito no comércio nos dias de semana, visto que trabalho diretamente com a Polícia Civil”, frisou. A doméstica Margarete Alencar estava à procura de um presente numa importadora. Ela considera vantajoso fazer compra nos domingos e feriados por causa da tranquilidade encontrada no centro da cidade.


As importadoras também vêm aos poucos aderindo a esse comportamento. A gerente comercial Maria de Nazaré Belém trabalha há 11 anos numa loja de importados, situada na rua Cândido Mendes. “No começo, os clientes até nos agradeciam pela oportunidade que proporcionávamos por agirmos dessa forma. Atualmente, montamos uma escala composta pelos funcionários interessados em ganhar uma remuneração extra. Assim, não fechamos nem mesmo no feriado de Natal. Vale a pena porque as concorrentes não abrem as portas nesse período”, relatou.


 

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