Faculdades reduzem a inadimplência
com boas vantagens
As faculdades vêm desenvolvendo um mecanismo de cobrança
que diminui a inadimplência dos clientes estudantes em até 70%,
segundo informações de alguns advogados associados
que trabalham nesse tipo de atividade.
Para a advogada Eldiene Amoras, promover os vários mecanismos
para facilitar as cobranças em uma instituição
educacional é o primeiro passo para diminuir a inadimplência. “ As
contas chegavam com até 90% de inadimplência para
nossa entidade, depois que adotamos esse mecanismo porta a porta
conseguimos diminuir esse percentual e recebemos o pagamento dos
serviços prestados para o estudante”, ressaltou.
A idéia não é nova, um cobrador vai periodicamente à casa
do cliente e esclarece as vantagens dele solucionar sua pendência
(dívida) diante da Faculdade. A forma clara e respeitosa
de se cobrar faz com que as pessoas, que de alguma forma querem
pagar, possam resolver seus débitos e todos ganham com isso:
o escritório, a faculdade e o aluno. Uma das inovações
na cobrança também é a oferta de vantagens
para quem paga em dia, prêmios,diminuição nas
mensalidades e principalmente o reconhecimento na ficha dele de
que é um cliente em potencial. Motos e até carro
podem ser as novas expectativas dos alunos em algumas faculdades
para pagarem e participarem dos sorteios.
Complementou a advogada que reduziu em até 70% o índice
de uma escola particular na cidade. foto Seama foto Santa Bartolomeia
Escolas continuam sendo pichadas por estudantes A maioria de jovens
vestibulandos que foram realizar provas nas unidades educacionais
do Governo do Estado em Macapá e Santana identificaram que
As salas de aula estão com as portas, janelas e paredes
com pichações. Para a estudante agora universitária
da UEAP, Anaytatiana não foi fácil se concentrar
nas questões discursivas, porque ao entrar em uma das salas
da aula da Escolas Estadual GM no centro da cidade, as pichações
eram um verdadeiro terror. “Era difícil descrever
a cena, de um pavor, de um descaso enorme da direção
escolar, como se podia escrever um texto em que o local estava
poluído, não quer dizer de lixo residual, mas lixo
na mente, o que aquelas siglas podem provocar no pensamento da
gente,” afirmou.
Outro vestibulando Alandelon Menezes é da mesma opinião,
o descaso com o patrimônio público é gritante,
as cadeiras, as mesas da sala, infestadas de frases entrecortadas,
mal construídas, que dá nojo, complementou. Segundo
a Orientadora Eloísa Cunha, uma escola que não se
observa esses movimentos estudantis e não coíbe fica
refém dessa situação. “ É importante
desenvolver projetos que levem as crianças e os adolescentes
a mudaem seus hábitos e que os alunos sejam capazes de se
encontrarem como espaço de conhecimento que a escola precisa
ser alvo, o que às vezes isso não é dito e
conversado com a classe estudantil e seus colaboradores para que
a coisa funcione e o patrimônio seja preservado.” finalizou.
Projetos podem ser promovidos pela escola e se o diretor Francisco
estivesse presente,diariamente, no educandário com certeza
leria os documentos apresentados pelas professoras do ensino fundamental
e isso teria diminuído,disse um funcionário que alerta
a Seed para a situação das pichações
na escola GM. Foto GM - Escola Barão- Escola Guanabara.
|