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GERAL

21 de abril de 2008

Faculdades reduzem a inadimplência com boas vantagens

As faculdades vêm desenvolvendo um mecanismo de cobrança que diminui a inadimplência dos clientes estudantes em até 70%, segundo informações de alguns advogados associados que trabalham nesse tipo de atividade.

Para a advogada Eldiene Amoras, promover os vários mecanismos para facilitar as cobranças em uma instituição educacional é o primeiro passo para diminuir a inadimplência. “ As contas chegavam com até 90% de inadimplência para nossa entidade, depois que adotamos esse mecanismo porta a porta conseguimos diminuir esse percentual e recebemos o pagamento dos serviços prestados para o estudante”, ressaltou.

A idéia não é nova, um cobrador vai periodicamente à casa do cliente e esclarece as vantagens dele solucionar sua pendência (dívida) diante da Faculdade. A forma clara e respeitosa de se cobrar faz com que as pessoas, que de alguma forma querem pagar, possam resolver seus débitos e todos ganham com isso: o escritório, a faculdade e o aluno. Uma das inovações na cobrança também é a oferta de vantagens para quem paga em dia, prêmios,diminuição nas mensalidades e principalmente o reconhecimento na ficha dele de que é um cliente em potencial. Motos e até carro podem ser as novas expectativas dos alunos em algumas faculdades para pagarem e participarem dos sorteios.

Complementou a advogada que reduziu em até 70% o índice de uma escola particular na cidade. foto Seama foto Santa Bartolomeia Escolas continuam sendo pichadas por estudantes A maioria de jovens vestibulandos que foram realizar provas nas unidades educacionais do Governo do Estado em Macapá e Santana identificaram que As salas de aula estão com as portas, janelas e paredes com pichações. Para a estudante agora universitária da UEAP, Anaytatiana não foi fácil se concentrar nas questões discursivas, porque ao entrar em uma das salas da aula da Escolas Estadual GM no centro da cidade, as pichações eram um verdadeiro terror. “Era difícil descrever a cena, de um pavor, de um descaso enorme da direção escolar, como se podia escrever um texto em que o local estava poluído, não quer dizer de lixo residual, mas lixo na mente, o que aquelas siglas podem provocar no pensamento da gente,” afirmou.

Outro vestibulando Alandelon Menezes é da mesma opinião, o descaso com o patrimônio público é gritante, as cadeiras, as mesas da sala, infestadas de frases entrecortadas, mal construídas, que dá nojo, complementou. Segundo a Orientadora Eloísa Cunha, uma escola que não se observa esses movimentos estudantis e não coíbe fica refém dessa situação. “ É importante desenvolver projetos que levem as crianças e os adolescentes a mudaem seus hábitos e que os alunos sejam capazes de se encontrarem como espaço de conhecimento que a escola precisa ser alvo, o que às vezes isso não é dito e conversado com a classe estudantil e seus colaboradores para que a coisa funcione e o patrimônio seja preservado.” finalizou.

Projetos podem ser promovidos pela escola e se o diretor Francisco estivesse presente,diariamente, no educandário com certeza leria os documentos apresentados pelas professoras do ensino fundamental e isso teria diminuído,disse um funcionário que alerta a Seed para a situação das pichações na escola GM. Foto GM - Escola Barão- Escola Guanabara.

 

 


 
 
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