Jornal Evangélico
do Amapá

TEMPO AGORA

                                     
 
 
 
 
 
   Nome:
  
    E-mail:
  
 
   Cadastrar
   Descadastrar
 
 
 
 
GERAL

29 de abril de 2008

Carta enviada por uma leitora de apelo para o Senhor presidente da republica, Luiz Inacio Lula da Silva.

Senhor presidente da republica, Luiz Inacio Lula da Silva, Mim chamo NEDES SOBASZEK, sou brasileira, casada, e tenho um filho nascido na guiana francesa resido desde de 1992 no pais meu esposo é frances,meu esposo exercia um comerco em uma pequena vilagem que se chama saint elie pagamos todos nossos direito comercial.

O sistema todo tempo era recebido em ouro, vendido declarado nos impostos, como devido alei . Toda nossa mercadorias eram comprada em cayene. Nao so nos como todos so outros comerciante, tambem sofreram a mesma infraçao. Sempre fomos controlada pela policia local, mesmo pela douane a nivel de receber o pagamento em ouro. Todos nos pensarmos que era legal.

Nunca tivemos um aviso dizendo que era proibido receber o pagamento da mercadoria em ouro, porque saint elie todo tempo o sistema foi assim, e mais dentro da lei francesa vender a mercadoria e receber o pagamento em ouro é autorizada, se chama troca, e como comerciantes nao temos menhum direito de pedir uma carta de indentidade, porque nao samos oficial da justiça pra saber se a pessoa é clandestina ou nao, nos exercia o comerço dentro de uma vilagem e nao dentro da floresta De uma so vez, dia 12 de março 2008 recebemos uma operaçao de militares, feixando tudo comerços e nos levando para prisao.

Meu esposo e mais 4 pessoas eles passaram 96 horas presos foram liberados , esperando julgamento sobre controle judicial, eu e mais 6 pessoas fomos direto pra prisao centro de detençao, sem direto a nos comunicarmos, pior que bandido.é duro duro senhor presidente, nos estavarmos trabalhando pra alimentar nossas familias garantir os estudos do meu filho, eu nao tive a oportunidade de estudar, porque venho de uma familia pobre e eramos 7 filhos tivemos todos de trabalharmos na roca com nossos pais para sobreviver. Eu sei meu presidente que o senhor entende nossa situaçao porque o senhor sabe o que é probreza nao foi nascido em berço de ouro. Pesso que nos ajude a sair dessa situaçao em entrar em contato com senhor presidente de republica francesa, por fazer ele endender que nos somos bandidos, e sim trabalhadores, mesmos as pessoas que sao clandestinos, que lutam pra sustentar suas familia, nao sao bandidos e sim trabalhdores.Eu passei um mes e quatro dias na prisao, sair da prisao com uma causao em deposito em dinheiro no tribunal, esperando julgamento em liberdade, porque eles tem medo que eu parto ao brasil, imagina senhor presidente, tenho meu filho e meu marido que jamais eu vou abondonar,eu e meu marido esperamos que esta situacao se revolva da melhor maneira possivel, depois partimos a morar no brasil.

O nosso futuro é brasil.¨Sinceramente estou com minha cabeça tramautizada, nunca na minha vida estive problema com a justiça mem no brasil e nem aqui na guyana, hoje estou sendo acusada, como um bando organizado. Ainda resta 4 pessoas que estao na prisao, na mesma situacao que a minha . Sabado dia 17 de abril de 2008 esta publicada no jornal uma missao militar sobre os brasileiros clandestinos na guyana francesa uma mulher de nacionalidade brasileira foi morta durante a missao, onde està a resposabilidade da justiça francesa. espero que o nosso presidente, tome uma iniciativa de toda humilhaçao que esta acontecendo com nossos compatriotas. Cayane so tem um centro de detençao é a prisao daqui, està em acesso o dobro de pessoa, dormindo por terra. Desde de ja muito obrigada meu senhor presidente republica e esperamos que uma iniciativa serà tomada o mais rapido possivel por favor

ASS: Nedes Sobaszek: Cayene 22 Abril 2008

 


 
 
Amapá Digital © 2007 • Todos os direitos reservado