Caldeirão do Pavão comemora de 18 anos
Tradição que começou em família arrasta 500 brincantes pelas ruas de Macapá
Para cumprir a agenda do Carnaval 2010 Caldeirão do Pavão arrasta 500 brincantes pelas ruas de Macapá. Um ano sem Raimundo Lino Ramos mais conhecido como Mestre Pavão e idealizador do Caldeirão do Pavão a família cumpre a tradição. A festa que teve inicio em uma quarta-feira de cinzas no dia 01 de Março de 1992 entra para o calendário oficial e completa dezoito anos de história .
A festa ganhou incentivo do Governo do Amapá e da Prefeitura. Para este ao foram investidos cerca de dez mil reais, sete do Governo Waldez Góes. O Dinheiro foi revestido para a confecção de quatrocentos abadas e para a compra de alimentos para fazer a tradicional sopa. O caldo servido para os visitantes é para curar a ressaca de carnaval.
“Perdemos Raimundo Lino Ramos mais conhecido como Mestre Pavão mas não perderemos a força de vontade em continuar a tradição. O Pedido foi feito para que não deixássemos esquecido duas histórias que marcaram a vida de meu avô, o Marabaixo e o Caldeirão do Pavão. O incentivo do Governo do Estado e da Prefeitura só vem a nos incentivar a continuar levando a imagem do Mestre Pavão para outras gerações”, concluiu Josiana Ramos neta de Pavão.
A festa começou em uma quarta-feira de cinzas quando a família de Raimundo Lino Ramos resolveu sair pelas principais ruas do bairro do Laguinho batendo lata e chamando a vizinhança para a despedida do carnaval de 1992. A pequena brincadeira entra para o calendário oficial e hoje arrasta mais de 500 brincantes com direito trio elétrico e abadas. Esta ano a micareta do Mestre Pavão percorreu o seguinte percurso: Avenida Fab, General Rondon, General Osório, Eliezer Levy e José Tupinanbá antiga Nações Unidas.
Mestre Pavão também foi lembrado na avenida do samba Ivaldo Veras como tema do Bloco Mancha Negra que comemorou seus 10 anos de carnaval relembrando a história de Raimundo Lino Ramos.
Maitê Mastop
Assessora de Comunicação
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