Ação comunitária
Ministério Público oferece serviços gratuitos para os moradores do Perpétuo Socorro
Anselmo Wanzeller (Jornal A Gazeta)
O Ministério Público do Amapá (MP/AP) juntamente com parceiros iniciaram na manhã de ontem (8), a primeira ação do programa MP Comunitário na Escola Estadual Maria Ivone de Menezes no bairro Perpétuo Socorro. A ação ficará atendendo na quadra esportiva da escola até o dia 4 de abril.
Durante esse período os atendimentos serão realizados dentro dos dois ônibus do programa, equipados com materiais modernos e toda a estrutura necessária para recepcionar a comunidade.
Os serviços oferecidos são, atendimentos de mediação comunitária, envolvendo questões referentes a pensão alimentícia, conflitos de casais, pequenas dívidas, ofensas, calúnias, difamação, além de outros casos que surgirem durante os trabalhos.
Segundo Promotor de Justiça e Coordenador-Geral do Programa, Drº Paulo Veiga, dentro do programa serão oferecidos os atendimentos de mediação comunitária, intermediando a solução de questões referente à pensão alimentícia, conflitos de casais, pequenas dívidas, ofensas calúnias, difamação e entre outros serviços. “Estamos aqui para ajudar a comunidade a solucionar os seus problemas seja ele familiar ou não”, diz o Promotor.
Dona Clarice Mendes que é moradora do bairro, conta das dificuldades que tem em se deslocar até a Defensoria Pública para resolver o problema da pensão dos seus filhos. “Para nós que não trabalhamos e não temos condições de ficar andando de um lado para outro é complicado. Como eu não trabalho, fica difícil pagar ônibus. E muitas das vezes quando consigo o dinheiro do transporte, não consigo resolver nada. E com essa ação do Ministério Público aqui na comunidade, posso enfim solucionar o meu problema”, disse a moradora
Antes da ação
O Ministério Público promoveu uma audiência pública na última quinta-feira, para apresentar o programa MP Comunitário à comunidade. E também aproveitaram a oportunidade de checar quais os problemas mais enfrentados pelos moradores daquele local.
Segundo o coordenador-geral, Paulo Veiga, a intenção do programa é fomentar um Ministério Público social, em que todas as ações sejam desenvolvidas com a participação da comunidade. Por isso, o motivo de verificarmos a necessidade de se fazer as audiências públicas. “Na audiência, ouvimos as reivindicações constatamos todos os problemas enfrentados pela comunidade em que posteriormente receberam as ações e atendimentos do programa”, relatou o promotor.
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