Segurança pública
Polícia Militar lança policiamento móvel comunitário que atenderá Macapá e Santana
Três viaturas, equipadas com notebooks, estação móvel de transceptor, rádios, máquinas fotográficas, impressoras e projetor multimídia irão ajudar a PM a manter a segurança pública
Ruanne Lima
Ontem pela manhã, no pátio do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, ocorreu a solenidade de encerramento do estágio RP-Moto e o lançamento do policiamento móvel comunitário. O estágio capacitou 50 policiais para trabalharem no serviço de rádio-patrulha. Nas comunidades que forem detectados atos de violência, desordem e crime, as ocorrências serão atendidas pelos Postos Móveis da Polícia Comunitária. Três viaturas, equipadas com notebooks, estação móvel de transceptor, rádios, máquinas fotográficas, impressoras e projetor multimídia irão ajudar a PM a manter a segurança pública. O investimento, apenas no aparato de policiamento comunitário, soma pouco mais de R$ 630 mil.
O Amapá foi um dos 12 estados que cumpriu as exigências da Secretaria Nacional de Segurança Pública para implantação do policiamento comunitário. Até o fim deste ano, mais viaturas serão adquiridas para completar e ampliar a área de atuação da Polícia Comunitária no Amapá.
De acordo com o comandante geral da PM, Walter Oliveira, Macapá e Santana serão assistidas por um policiamento diferenciado. “A segurança será mantida de uma forma diferente, com um policiamento ostensivo. O próximo passo será estender esses serviços a outros municípios, como Oiapoque e Laranjal do Jari e também aumentar a capacidade de atendimentos. Policiamento feita com motocicletas é muito flexível. A motocicleta entra onde viaturas não podem entrar, como pontes e becos, e se tiver um policial técnico capacitado, o trabalho é realizado com muito mais segurança”, afirmou.
As ações da Polícia Comunitária serão divididas em três fases. Na primeira, o Posto Móvel Comunitário da Coordenadoria de Segurança Comunitária vai circular nos bairros previamente estabelecidos, permanecendo instalado em cada uma dessas comunidades pelo tempo mínimo de seis horas. Além das atividades policiais, haverá palestras de conscientização, coleta de alimentos para o programa Fome Zero, dentre outros que necessitem de apoio da Coordenadoria.
O segundo momento deverá ter maior abrangência, buscando atender a várias regiões de Macapá, ampliando as ações para comunidades que não foram destacadas na primeira etapa. E, por fim, serão atendidas as comunidades populares que, embora não tenham índices consideráveis de criminalidade, também devem dispor dos serviços do Estado, principalmente da presença policial.
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