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GERAL

17 de Setembro de 2010

Criminalidade atinge pontos turísticos de Macapá

Alguns pontos turísticos da cidade de Macapá estão sendo ameaçados pelo aumento da criminalidade. O Trapiche Eliezer Levy, o Parque do Forte e o Complexo do Araxá aos poucos se tornaram ambientes favoráveis ao uso de drogas, aos assaltos e aos arrombamentos de veículos. Desde 2009, a Polícia Militar tentando combater o consumo e tráfico de entorpecentes no Parque Forte. Agora problema maior da polícia tem a ver com os assaltos contra transeuntes. No mês passado, quatro homens armados com facas renderam um gripo de pessoas que caminhava pelo local. Os bandidos levaram cordões, pulseiras, relógios, brincos, celulares e dinheiro. O roubo ocorreu no domingo, um dos dias de maior movimento no parque.

Outro local que sofre com a ação oportunista de vândalos é o Trapiche Eliezer Levy, que está fechado há mais de meses. O ambiente se tornou propício para o uso de entorpecente mesmo com a segurança 24 horas monitorando o espaço. Assim como o “Lugar Bonito”, o Trapiche é um dos principais pontos turísticos de Macapá, mas quem sai de casa nos finais de semana para ir a orla volta sem conhecê-lo. A recente reforma em todo complexo da orla não modificou a triste realidade que engloba também a prostituição e a pedofilia.

Incentivar o turismo e a cultura do Amapá. Essa foi uma das propostas apresentadas pelo governo ao concluir um projeto paisagístico audacioso. Porém, quatro anos depois, a insegurança aumenta a cada dia no Parque do Forte. A área é de aproximadamente 120 mil metros quadrados em volta da Fortaleza de São José de Macapá. Segundo a polícia, essa extensão é outro aspecto que dificulta a repressão aos atos ilegais. Cerca de duas mil pessoas visitam de forma rotativa a área em dias de grande movimento (finais de semana e feriados). No Parque do Forte, alguns pontos em especial, como o Jardim de Inverno criado em uma das laterais da Fortaleza, reuni todas as condições para o uso de drogas e práticas sexuais.

O Complexo do Araxá, há pelo menos dois anos vem se notabilizando pelos constantes furtos e roubos que ocorrem no estacionamento. Na maioria dos casos de arrombamento de veículos, testemunhas atribuem o fato a crianças de 10 a 15 anos de idade que “trabalham” como “flanelinhas”. Donos e quiosques já denunciaram esta realidade à polícia. Este ano houve uma reunião no sentido de encontrar alternativas para coibir os crimes, porém até agora não solução. (A Gazeta)

 

 


 
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