Cimento some dos depósitos
amapaenses e provoca preocupação do Estado
Já são vários dias que o cimento está em falta no mercado amapaense, e ainda não se tem uma previsão de quando vai voltar a normalizar. Muitas obras da construção civil estão paralisadas em nosso Estado, isto vem causando prejuízo e atraso na entrega de prédios e obras importantes como pontes e edifícios, não só para os proprietários do ramo do comércio como para todos que são envolvidos no uso do cimento matéria prima para os prédios .
“Já trabalho oito anos com cimento de todas as marcas e nunca vir este tipo de problema, ocorrido em nosso Estado, esta falta reflete em vários fatores, um deles é no aquecimento no mercado da construção civil, e no transporte das cargas, principalmente dos caminhoneiros. Particularmente eu ainda não consegui comprar e nem vender quatro milhões de sacos de cimentos, no entanto só consigo vender dois milhões de sacos, e isto a preferência é de quem vender mais como empresários da região sul e sudeste. Uma vez por semana chega cimento do município de Itaituba do Pará, carregando 28 mil sacos de cimentos para o consumo, mais são retirados 24 mil sacos para construção de grandes obras em nossa cidade e o restante fica para a venda no comercio. O cimento da marca Nassau é o único que vai mandar para o mercado amapaense, mais sem previsão de entrega, esta marcar ainda termos condições de buscar, através de transporte para ser consumido nas obras”. Desabafou Evandro Coelho, Proprietário de uma das distribuidoras de cimento na cidade de Macapá..
A falta de cimento está acontecendo em todo o Brasil, principalmente na região Centro-Oeste, e isto causa conseqüências para toda a região Norte, principalmente para o Amapá, que já está em falta deste o mês de setembro. O pouco estoque que ainda existem em nosso estado, os proprietário de distribuidoras aumentaram o preço absurdo, chega a cobrar o dobro do preço do saco. O Procon Estadual já constatou abuso no reajuste, tendo denuncia de vários consumidores que já chegaram a comprar o saco de cimento por R$50,00, em uma das lojas do comercio Amapaense.
O Governador Waldez Góes e vários empresários da rede de construção civil já tiveram reunidos no palácio, com objetivo de buscar solução para os problemas da falta do cimento que esta ocorrendo no Estado do Amapá, houver questionamento de importar cimento da Ucrânia.
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